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sexta-feira, 17 de junho de 2011

[OPINIÃO] DESEQUILÍBRIO FORÇADO

As circustâncias levaram o Santos a pender para o lado defensivo, pelo menos neste momento.

Os santistas imaginavam, que a vinda de Muricy trouxesse o equilíbrio tão esperado entre defesa e ataque, principal deficiência demonstrada pela equipe antes de sua chegada.

A culpa está longe se ser do treinador, pois este foi o elenco que formaram no início do ano e lhe entragaram. Claro, que Muricy gostaria de estar contando com Ganso e Borges, além do lateral Jonathan.

Para a vaga de Ganso - o grande problema - Muricy tem a disposição os jovens Alan Patrick e Felipe Anderson. O primeiro, quando poderia ser efetivado se contundiu, daí o time se acertou, mesmo preso, conseguiu os resultados necessários, no limite, é verdade!

A solução encontrada foi atuar com quatro jogadores que possuem como primeira característica marcar, deixando a desejar na hora de criar. Com isso, a magia, a velocidade, as deslocações e a profundidade, foram embora.

O time hoje, lembra muito a Seleção de 94, que tinha um forte sistema defensivo, te proporcionava assistir ao jogo confortavelmente na poltrona, pois sua defesa era quase intransponível. A diferença estava na frente, onde Romário e Bebeto resolviam todos os problemas. Hoje, somente Neymar reúne tal poder.

Mesmo assim, o Santos têm um time muito superior técnicamente ao do Peñarol, capaz de se tornar campeão da América na próxima quarta-feira.

Ontem, lendo a coluna do Lédio Carmona no globoesporte.com, um comentário do leitor que se definiu apenas como Gustavo, me chamou a atenção. Ele resumiu em poucas palavras o atual momento do time de Muricy:

"O time do Santos no primeiro semestre do ano passado, era sob medida para os amantes do futebol. Este de hoje, é somente para os que amam o Santos".

domingo, 13 de março de 2011

[OPINIÃO] MURICY DEIXA O FLU E DEVE ACERTAR COM O SANTOS

No Rio, mais um título brasileiro e problemas.
Provavelmente neste momento o técnico Muricy Ramalho está a caminho de São Paulo, e amanhã deve descer para a Baixada Santista.

Depois da conquista do campeonato brasileiro foi prometido ao treinador que a estrutura do Fluminense seria equiparada ao nível dos principais clubes do país.

Como nada foi mexido, Muricy andava insatisfeito, principalmente com o gramado das Laranjeiras, sem falar na falta de um bom centro de treinamento.

Aliado a isso, aconteceram nos últimos dias problemas com o dirigente Alcides Antunes, e dizem que uma pendência financeira também teria pesado na decisão.

A insatisfação era recíproca mas velada, os péssimos resultados na Libertadores, e o próprio desentendimento de Alcides com o treinador, já diziam por si só.

Que o clima estava ruim era claro, mas a forma da saída foi estranha, Muricy se despediu dos jogadores no vestiário após o empate no Fla-Flu e não deu entrevistas, a explicação foi através de uma nota fornecida à imprensa, ato este, que não se parece em nada com a filosofia pregada pelo treinador ao longo dos anos.

Sabendo da disponibilidade de Muricy, o presidente santista Luis Álvaro, que está perdido no que diz respeito à achar um nome que substitua Adilson Batista, abriu totalmente as portas para o recém desempregado.

A proximidade de São Paulo e do Guarujá, onde o técnico possui moradias, mais a possibilidade de dirigir um ótimo elenco, com chances de lhe dar um título inédito (Libertadores), parecem se encaixar como uma luva no momento.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

[FICÇÃO] UM TIME BEM TREINADO

Leão; Joel, Luis Felipe (Baresi), Adilson e Vanderlei; Júnior (Wagner Mancini), Paulo César Carpegiani, Muricy e Silas; Renato Gaúcho e Cuca.

O que os jogadores escalados neste time fictício, tem em comum?

O que eles tem em comum, é que todos atualmente são treinadores e dirigem ou dirigiram equipes neste campeonato brasileiro.

Alguns usavam nomes simples, e quando mudaram de profissão acrescentaram um sobrenome, como: Joel Santana, Luis Felipe Scolari, Adilson Batista e Muricy Ramalho.

Júnior fez o contrário, colocou o nome à frente, se tornou Dorival Júnior, Carpegiani, aboliu o Paulo César que carregava quando jogador, apenas Renato Gaúcho, Silas e Leão mantiveram seus nomes originais da época de atletas.

Deste grupo, apenas Leão defendeu a seleção como jogador e treinador, Felipão e Luxemburgo chegaram ao escrete brasileiro, mas somente como técnico, enquanto Renato Gaúcho, Adilson, Silas e Carpegiani atuaram como jogadores.


Vanderlei Luxemburgo